Dupla em números: o desempenho do ataque e da defesa do Inter antes do clássico

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A defesa do Inter, que não sofre gols há três partidas (contra Flamengo, Bahia e Santos) no Brasileirão, terá um duro teste neste Gre-Nal. Em mais de uma oportunidade, os defensores do Inter permitiram que um resultado positivo fosse transformado em revés.

Contra o Botafogo, fora de casa, o Inter vencia por 2 a 0 e permitiu o empate dos cariocas. Diante do Corinthians, também longe de seus domínios, foram dois gols sofridos em cinco minutos com falhas graves do setor de contenção.

E não são os chutes de fora da área que passam por Dida. Apenas uma vez a bola entrou no gol do ex-goleiro da Seleção quando chutada de longe. Nem a bola parada causa pavor na torcida — foi de escanteio a única vez que os defensores do Inter aceitaram uma investida adversária.

Lá na frente, o quinto melhor ataque do Brasileirão tem na diversidade sua principal virtude. Apenas os zagueiros ainda não marcaram em 13 jogos disputados. Atacantes, meias, volantes e laterais já balançaram as redes adversárias. Mas a falta de velocidade e o isolamento do atacante são, por vezes, prejudiciais ao Inter. Quando os laterais não estão em bom momento ou são bem marcados, o camisa 11 é pouco acionado. Por vezes, sai da área para buscar jogo, e o ataque aumenta a inoperância. Mesmo assim, Rafael Moura é o artilheiro de Abel no Brasileirão, com quatro gols.

As triangulações entre os meias e atacantes levaram o Inter às redes 18 vezes — o outro gol marcado pelo Inter foi de pênalti, contra o Flamengo, convertido por D'Alessandro. Com bola rolando, aproveitando a técnica apurada de Alex, Aráguiz, D'Alessandro, Alan Patrick, foram 14 gols feitos pelo setor ofensivo.

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