A crise chega à Seleção Brasileira

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Não bastasse o presidente da CBF estar complicado com a Justiça americana, eis que agora o melhor jogador brasileiro está complicado com a Justiça espanhola.

Marco Polo Del Nero não dorme preocupado com o dia em que o FBI preencher com seu nome o que chama de “coconspirador número 12″.

E Neymar acordou ontem com a informação de que ele, o pai dele, dois ex-presidentes do Santos, um ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell, íntimo de Ricardo Teixeira, mais o atual presidente catalão,  vão ser investigados pela nebulosa transação que o tirou da Baixada Santista e o levou para Catalunha.

O primeiro resultado da notícia foi terrível: um irritado Neymar não jogou bulhufas contra a Colômbia, a Seleção Brasileira o acompanhou numa atuação pífia e perdeu de 1 a 0.

Neymar foi expulso depois que o jogo acabou, está fora da partida decisiva contra a Venezuela e, muito provavelmente, caso a Seleção se classifique, de mais jogos na fase final.

Del Nero não está no Chile, preocupado com sua situação particular, e a sorte de Neymar está nas mãos de João Dória Jr., um empresário desfrutável que não tem a menor ideia de como agir num tribunal esportivo sul-americano, mas que é o chefe da delegação brasileira, embora itinerante, porque ele vai e volta a cada jogo.

Comentário para o Jornal da CBN desta quinta-feira, 18 de junho de 2015, que você ouve aqui .

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